| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Tinamiformes |
| Família: | Tinamidae |
| Gray, 1840 | |
| Espécie: | N. maculosa |
A codorna-amarela é uma ave tinamiforme da família Tinamidae. Também conhecida como codorna, codorna-comum, codorniz (Euler 1900), inhambuí, perdirzinho, perdiz e perdizinho.
Seu nome significa: do (grego) nothos = falso; e oura = cauda; e do (latim) maculosa, maculosus = manchada, com mácula. ⇒ Pássaro manchado com cauda falsa.
Tem cerca de 23 centímetros e pesa aproximadamente 300 gramas. Suas cores são camufladas, confundindo-a com o ambiente. Todas as suas partes primárias são marrons barradas de amarelo.
Segundo informado na página 154 do livro Ornitologia Brasileira (Sick), o macho possui íris amarela e a fêmea possui íris pardo-laranja.
Manifestações sonoras: emite pios curtos, em escala descendente: “pi, pi, pi, prrrrr”.
Gosta de comer grãos, artrópodes, moluscos e também bagas de frutas caídas no chão.
Põe de 7 a 8 ovos, que são cor chocolate-escuro, arroxeados e brilhantes. Eles são postos no chão de campos ou pastagens. Da mesma forma que a perdiz, cabe ao macho a tarefa de incubar os ovos e cuidar dos filhotes.
Vive em campos rupestres de altitude, campos ralos e baixos, pastos, culturas de milho, arroz e soja. Aparece em áreas rurais próximas às residências e, se não é importunada, acostuma-se facilmente ao homem. Não penetra nas matas ciliares e cerradões. Às vezes esconde-se em buracos e quando assusta-se, finge-se de morta.
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Ocorre nas regiões norte (no Tocantins), Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, além da Argentina, Uruguai e Paraguai.